Às vezes eu quero simplesmente fugir,
não quero estar aqui.
Não quero sentir dor, não quero trazer dor.
Minha cabeça pesada de objetivos vazios.
Estou distante, num bosque escuro aos meus olhos,
com arvores negras, num pior estilo gótico.
Meu corpo se arrasta, pesado,
na minha garganta guardo um grito rasgado.
Pessoas passam ao meu lado,
como se estivessem em outra dimensão,
como fantasmas coloridos,
mas quem esta distante na verdade sou eu.
Amo estas pessoas, com tanta intensidade que dói.
Elas me amam também, deveriam?
Eu quero a alegria para elas.
Minha dor cega, por algo que não conheço nem vejo,
eu não quero para elas, escondo minha alma,
coloco uma mascara colorida e tento me misturar.
Sinto que vivo para elas,
para os belos e alegres fantasmas coloridos,
enquanto minha alma passeia pelo bosque escuro.
Será que seriam mais felizes sem mim?
Eu acho que não,
porque eu sei que este ser cheio de dor não é realmente eu.
Há tanta fome, alegria e vida em mim.
Eu não sou assim, meus sorrisos e risadas também são reais,
muito reais, como meus gemidos de prazer.
Eu amo a minha vida, não há nada de errado nela.
Meus objetivos não são vazios ou fúteis, há futuro.
Ninguém é um fantasma distante, as pessoas ou eu.
Sinto-me como um enigma, decifro-me ou devoro-me.
O que me faz sentir-se assim as vezes?
Não é o medo da lendária e monstruosa esfinge.
Pergunto: Angustia, de onde você veio?
Surpreendentemente ainda acredito em contos de fadas,
Será que uma bruxa má me lançou uma maldição?
Um dia eu consigo encontrar a arma ou coisa
que desencadeia essa “claustrofobia de mim”,
e a quebrarei com todas as forças,
e ganharei a guerra.
Por enquanto uso minha arma para vencer batalhas,
A ponta afiada de uma caneta.
“Falar pode aliviar dores emocionais” e
“Escrever é uma maneira de falar sem ser interrompido”,
Disseram dois poetas.
Minha caneta afiada risca o papel.
Sinto-me melhor agora,
boa sorte para mim.
não quero estar aqui.
Não quero sentir dor, não quero trazer dor.
Minha cabeça pesada de objetivos vazios.
Estou distante, num bosque escuro aos meus olhos,
com arvores negras, num pior estilo gótico.
Meu corpo se arrasta, pesado,
na minha garganta guardo um grito rasgado.
Pessoas passam ao meu lado,
como se estivessem em outra dimensão,
como fantasmas coloridos,
mas quem esta distante na verdade sou eu.
Amo estas pessoas, com tanta intensidade que dói.
Elas me amam também, deveriam?
Eu quero a alegria para elas.
Minha dor cega, por algo que não conheço nem vejo,
eu não quero para elas, escondo minha alma,
coloco uma mascara colorida e tento me misturar.
Sinto que vivo para elas,
para os belos e alegres fantasmas coloridos,
enquanto minha alma passeia pelo bosque escuro.
Será que seriam mais felizes sem mim?
Eu acho que não,
porque eu sei que este ser cheio de dor não é realmente eu.
Há tanta fome, alegria e vida em mim.
Eu não sou assim, meus sorrisos e risadas também são reais,
muito reais, como meus gemidos de prazer.
Eu amo a minha vida, não há nada de errado nela.
Meus objetivos não são vazios ou fúteis, há futuro.
Ninguém é um fantasma distante, as pessoas ou eu.
Sinto-me como um enigma, decifro-me ou devoro-me.
O que me faz sentir-se assim as vezes?
Não é o medo da lendária e monstruosa esfinge.
Pergunto: Angustia, de onde você veio?
Surpreendentemente ainda acredito em contos de fadas,
Será que uma bruxa má me lançou uma maldição?
Um dia eu consigo encontrar a arma ou coisa
que desencadeia essa “claustrofobia de mim”,
e a quebrarei com todas as forças,
e ganharei a guerra.
Por enquanto uso minha arma para vencer batalhas,
A ponta afiada de uma caneta.
“Falar pode aliviar dores emocionais” e
“Escrever é uma maneira de falar sem ser interrompido”,
Disseram dois poetas.
Minha caneta afiada risca o papel.
Sinto-me melhor agora,
boa sorte para mim.
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